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Tendências no ambiente de trabalho para o ano 2030 #FuturoDelTrabajoM4

Por Nae — 9 de março de 2020

Para ilustrar a evolução do trabalho, imaginamos a história de Maria. Quer acompanhá-la na descoberta de como será o trabalho em 2030?

Maria não pode parar de pensar em como é seu dia a dia, comparado com dez anos atrás. Naquele momento sua passagem pelo sistema de ensino a preparou para ingressar no mercado de trabalho da melhor forma possível, mas o contexto com que se depara em 2030 é totalmente diferente.

Alguns anos atrás suas proposta de valor residia em seus conhecimentos e no pensamento racional. Ao entrar no mundo do trabalho, deparou-se com uma realidade que lhe produzia certa incerteza quanto à forma de trabalhar para a qual a tinham preparado: uma liderança muito hierárquica na qual se valorizava o estar presente e a categoria profissional assim como a execução de tarefas predeterminadas que deixavam de lado o pensamento criativo e a inovação.

Em 2030, Maria é autodidata e se reinventa através de qualquer meio e em qualquer momento (AAA – Anytime, Anywhere, Anydevice) e só trabalha em projetos alinhados com seu propósito (Ikigai*). O ambiente de trabalho evoluiu muito e normalizaram-se dinâmicas que antes não teria sequer imaginado: favoreceu-se a flexibilidade para trabalhar de qualquer lugar do mundo, com wearables como óculos de realidade virtual ou hologramas para simular reuniões presenciais; e as barreiras geracionais e entre empresas se dissolveram, potencializando assim a diversidade e a inovação.

Além disso, normalizou-se a convivência entre robôs e humanos. É possível ter um algoritmo como responsável, um cobot* que monitore suas tarefas ou um assistente que ajude com a gestão do seu tempo e abra espaços de coordenação entre forças como se fosse uma rede neural. De fato, Maria trabalha menos horas porque os trabalhos foram automatizados, portanto pode dedicar esse tempo a outro tipo de atividades.

Em termos de sustentabilidade, Maria chega ao trabalho com transporte autônomo gerenciado pela empresa e não em carro particular, contribuindo desta maneira com seu grãozinho de areia para a cota ecológica que empresas e trabalhadores têm que cobrir (também possível em forma de horas de voluntariado).

Em definitiva, a diferença entre o físico e o online deixou de existir, podendo acessar e oferecer talento em nível mundial.

 

 

Este artigo faz parte do relatório Talento 4.0 #ElFuturoDelTrabajo, elaborado pela Mornings4 e Nae.

*Consulte o significado do termo no glossário técnico

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