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Sistemas de liderança #FuturoDelTrabajoM4

Por Nae — 9 de março de 2020

A liderança organizacional se distribui completamente em equipes autogeridas por pessoas com autoliderança que tomam decisões de maneira ágil

A liderança organizacional não recai mais em uma equipa reduzida de pessoas, mas se distribui completamente em equipes autogeridas por pessoas com autoliderança que tomam decisões de maneira ágil, pondo no centro clientes/as e pessoas da equipe.

Os novos sistemas de liderança distribuída permitem uma maior agilidade na tomada de decisões, repercutindo em uma melhor experiência para todos.

 

Desafios e soluções:


  • Transformar o sistema de poder atual, baseado em uma clara hierarquia vertical, em um sistema de equipes autogeridas:

– Trabalhando com novos modelos organizacionais ágeis e não hierárquicos nos quais a estrutura organizacional se baseará (organogramas circulares de equipes autônomas e colaborativas).

– Organizando-se através de modelos de relação ágeis e governo entre as diferentes equipes, como podem ser a organização em tribos ou squads, ou ações que favoreçam a comunicação ágil (reuniões táticas ou de governança, por exemplo).

– Trazendo claridade, transparência e adaptabilidade no propósito da equipe (razão de ser), os papéis (substituem os postos de trabalho) e as responsabilidades (podem atualizar-se em tempo real segundo as necessidades).

– Reorganizando o poder e mudando a experiência como funcionário e cliente. Desaparece o papel do líder como chefe que assume toda a responsabilidade e toma as decisões e cria-se o papel de representante da equipe, quem age como elo com o resto da organização. Cada pessoa tem a autoridade para tomar suas próprias decisões de forma autônoma, cumprindo assim com sua missão na equipe. Mediante este modelo, o cliente sente a equipe muito perto e as pessoas na equipe veem o valor que dão em todo momento.

  • Utilizar a tecnologia como alavanca para facilitar a autogestão e a otimização do trabalho:

– Transformando o trabalho em atividades de maior valor para a organização através da digitalização e distribuição dos processos, o que favorece uma maior agilidade na tomada de ação. Eliminam-se papéis com um alto conteúdo administrativo.

– Proporcionando maior acessibilidade às informações em todo o mundo, agilizando a tomada de decisões de cada pessoa para cumprir com seus objetivos em seu âmbito de responsabilidade. Uso da tecnologia e a democratização do dado (livre acesso aos dados por parte das pessoas).

  • Fomentar e fortalecer as capacidades de autoliderança de todas as pessoas na organização para garantir a aprendizagem, compromisso e responsabilidade com os desafios:

– Trabalhando o mindset* organizacional para que seja “criativo” (segundo o modelo The Leadership Circle). Isto supõe trabalhar sobre crenças, valores e experiências das pessoas que influem na forma em que interpretam o ambiente. Isto nos leva a um estilo de liderança denominado feminino: relacional, colaborativo, com foco no processo mais do que no resultado, que influi de maneira persuasiva, que envolve a equipe e compartilha o poder, e onde os sentimentos e os fatos são importantes.

– Evoluindo os modelos de desenvolvimento e processos associados para trabalhar adequadamente a mentalidade e a liderança organizacional: trabalha-se a capacidade de aceitação das pessoas (gerindo adequadamente a emoção que os fatos despertam), as crenças, os hábitos e a tomada de decisões. Os programas incluirão trabalhar Ikigai*, economia circular, empreendimento social, nutrição holística, mindfulness, criatividade, corpore sano,…).

– Apoiando-nos na tecnologia para gerar ambientes de aprendizagem que permitam trabalhar a atitude das pessoas na organização: novos sistemas que permitam avaliação 360 em tempo e forma, plataformas para compartilhar formas de fazer que respondam às formas de fazer na organização, uso da gamificação,…).

 

Dados de interesse:


→ Nas organizações baseadas em sistemas de autogestão, o plus mais importante é a rapidez e a agilidade na tomada de decisões, já que não há burocracia e as pessoas podem agir de imediato.

Reflexão extraída do Think Tank sobre talento organizado pela Mornings4, (2019). 

→ 59% dos executivos creem que, em cinco anos, a ciência de dados e análises será tão essencial como a comunicação em sua empresa.

Gallup, (2017). 3 Trends That Will Disrupt Your Workplace Forever.

→ 75% das profissões do futuro ainda não existem ou estão sendo criadas.

Conferência de Pilar Roch no Congresso Compromisso Empreendedores, (2014).

 

Testemunhos:


“Faltam modelos a seguir que marquem um novo paradigma e sejam tanto referentes atuais como do futuro”

Yolanda Garate – Interim Marketing Manager de Essity

 

“Cada pessoa tem que se sentir identificada com os valores para estar alinhada com a empresa”

Núria Balogun – Head of TangibleInnovation da Reinventia 112

 

“O que vem por aí é um tsunâmi. Haverá gente que se verá afetada pela transformação digital. A metodologia da empresa é uma liderança consciente, mindfulness”

Juan Bartra – Sócio de Corbusiness

 

 

Este artigo faz parte do relatório Talento 4.0 #ElFuturoDelTrabajo, elaborado pela Mornings4 e Nae.

*Consulte o significado do termo no glossário técnico

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