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Artigo

Queremos mais mulheres atuando com a tecnologia 

Por Jaqueline Soares — 23 de janeiro de 2020

A história indica que uma mulher deu o pontapé na computação científica, então por que não vemos isso refletido no mercado?

A história entre a mulher e a tecologia pode ser desconhecida para muitos, principalmente porque a atuação delas no ramo ainda está atrelada à números baixos e à uma expressão tímida. Mas ao pesquisar lá atrás, encontramos fatos relevantes como o fato de Ada Lovance ter sido a primeira pessoa a escrever um algorítimo a ser processado por uma máquina, no século 18. 

Sem contar que cinco mulheres, durante a Segunda Guerra mundial, foram as responsáveis por escrever instruções para o primeiro computador programável totalmente eletrônico do mundo. Em 1974, no curso de bacharelado em ciência da computação da USP, as mulheres representavam 70% da turma. 

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, realizada no ano passado, só 20% dos profissionais que atuam no ramo de TI são mulheres. O instituto ainda indica que as profissionais possuem um grau de instrução mais elevado do que os homens do setor no Brasil. Ainda assim, elas acabam por ganhar 34% menos do que eles. 

De acordo com a ONU Mulheres Brasil, um número expressivo de meninas apontam interesses voltados ao campo da ciência, tecnologia, matemática e engenharia, entretanto, apenas 30% das pesquisadoras do mundo são mulheres. Esse mesmo levantamento indica que as mulheres estão fora das principais frentes de trabalho que envolvam a revolução digital. Somente 18% das mulheres se graduaram em Ciências da Computação e representam, apenas, 25% da força de trabalho da indústria digital. 

Fatores culturais como a forma com que as mulheres são ou eram comumente criadas inteferem nas estatísticas. Entretanto, sabemos que ambientes inclusivos e diversos possuem mais chances de sucesso, isso porque incorporar a diversidade – seja ela em qualquer esfera – e gerenciá-la de forma respeitosa e positiva, pode reverter valor agregado para as organizações.  

É este tipo de cultura que a Nae se propõe a multiplicar. Não só pelo valor agregado à organização, mas por ser uma companhia que promove a mudança em todas as esferas, de dentro para fora e de fora para dentro, com uma atuação justa e equalizada, em que mulheres possam ser o que elas quiserem. E principalmente, que as possibilidades de atuação na tecnologia sejam reais, e que as diferenças culturais que as impediam de atuar nesta frente fiquem no passado. 

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