Escolha as tags que melhor definem você:

Artigo

Lifelong learning #FuturoDelTrabajoM4

Por Nae — 29 de outubro de 2019

Criar contextos de aprendizagem focados na evolução do mindset será fundamental para que as pessoas maximizem seu potencial na sociedade do amanhã

O aprendizado tem um papel protagonista tanto no plano educacional como nas empresas. Uma linha básica de desenvolvimento e aprendizagem, e principal foco de investimento (econômico e de tempo), consiste em gerar um mindset* que fomente esta atitude.

Com este paradigma, as pessoas são capazes de adquirir os conhecimentos de que necessitam ao mesmo tempo em que reforçam sua capacidade de relação, visão estratégica e criatividade, competências indispensáveis para aproveitar e manter o contexto de mudança constante.

 

Desafios e soluções:


  • Maior conexão entre a empresa e o sistema educacional para assegurar tanto os conteúdos como a metodologia que melhor preparem as pessoas do futuro:

– Incorporando práticas em empresa desde o início da etapa universitária.

– Trabalhando em projetos reais com pessoas que mentoreiem. Impulsionando a figura do formador/a como pessoa que dinamiza ou facilita o aprendizado.

– Integrando o talento reciclado (pessoas que se reinventam) nas empresas.

– Evoluindo os conteúdos atuais do sistema educacional, onde o papel do professorado não seja o de um mero facilitador, mas que possa gerar conteúdos alinhados às necessidades do mercado.

– Abrindo as organizações para que colaborem de forma internacional e estejam na vanguarda da tecnologia, habilidades e modelos organizacionais, entre outros. Desta forma a economia local não se sustentará em negócios que já existem, mas em melhorar os produtos ou serviços atuais.

  • Mais autoliderança para poder escolher o que aprender:

– Fomentando o autoconhecimento e pondo foco na singularidade. Assim seremos capazes de ver onde podemos contribuir mais, tendo em conta nossos pontos fortes e interesses.

– Identificando e mudando nossas crenças, transformando-as em crenças potencializadoras.

– Incorporando a figura do Lifelong Coach, um/uma mentor/a que acompanhe você ao longo da sua vida profissional.

– Formando em competências transversais e soft skills que dão suporte a uma melhor adaptação profissional (gestão da frustração, capacidade de mudança, empatia, criatividade, socialização, resolução de problemas…).

  • Criar sistemas de aprendizagem flexíveis e personalizados:

– Apostando em uma universidade por objetivos e não por anos.

– Reaprendendo e ampliando a zona de aprendizagem. Através do contexto de outras pessoas e a experiência em projetos diversos.

  • Incorporar o aprendizado e o desenvolvimento pessoal na atividade profissional e na vida pessoal:

– Atualizando-nos constantemente com novas ferramentas, trabalhando em espaços de experimento. A adaptação e a experimentação são as únicas vantagens competitivas em épocas de mudança.

– Fomentando a aprendizagem colaborativa para aproveitar o conhecimento das organizações e torná-lo explícito.

– Criando comunidades de aprendizagem ou círculos de inovação por temáticas.

– Utilizando a tecnologia para certificar competências mediante modelos associados a microcompetências.

– Aumentando a responsabilidade individual por ter uma atitude curiosa e pró-ativa, utilizando os numerosos recursos on e offline que estão à nossa disposição (MOOC*t, Ted Talks, Duolingo, Escuela42*…)

  • Formar a inteligência artificial para eliminar vieses históricos nas conclusões:

– Incorporando perfis humanistas e polímatas* em desenvolvimentos de IA.

– Promovendo a diversidade destas equipes (cultural, de gênero, geracional, multicapacidade…).

– Incluindo valores éticos no desenvolvimento desta IA.

– Desenvolvendo habilidades nas equipes, não só pensamento lógico.

 

Dados de interesse:


→ A duração da carreira profissional está cada vez maior.

Reflexão extraída do Think Tank sobre talento organizado pela Mornings4, (2019).

→ 38% dos funcionários no mundo estão tendo dificuldades para encontrar colaboradores com as habilidades adequadas.

World Economic Forum, (2018). The Future of Jobs Report 2018.

→ É provável que 42% dos millennials abandonem seu trabalho atual porque não estão aprendendo suficientemente rápido.

Capgemini e LinkedIn, (2018). The Digital Talent Gap. Are companies doing enough?

 

Testemunhos:


“Uma mente inquieta se adapta melhor a vários cenários”

Andrés de Lope – Diretor-Executivo da Tulip Planet Food

 

“Deve-se aprender à la carte em vez de através de programas fechados”

Mercè Santacana – Manager de Innova e-learning

 

“Learning by doing. Pergunto ao mercado do que ele precisa para assim formar os estudantes”

Sebastián Barajas – CEO de Ubiqum Code Academy

 

 

Este artigo faz parte do relatório Talento 4.0 #ElFuturoDelTrabajo, elaborado pela Mornings4 e Nae.

*Consulte o significado do termo no glossário técnico

Serviços relacionados
BusinessTalento
Elena Antona

Director da Unidade de Negócio

Contato
Gorka Riocerezo

Líder de serviço de Talento

Contato
Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter mensal.