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Revolução trabalhista #FuturoDelTrabajoM4

Por Nae — 9 de março de 2020

Tomar consciência da missão da empresa e de sua contribuição para a sociedade suporá uma nova vantagem competitiva

As mudanças produzidas pela automação e pelas novas tecnologias fazem com que nos organizemos sob novas formas, com estruturas mais flexíveis nas quais as hierarquias se diluem e os funcionários convivem com freelances e colaboradores/as.

As empresas são conscientes do que querem obter e do seu impacto social, conhecedoras de que sua atividade pode mudar o mundo.

 

Desafios e soluções:


  • Tomar consciência da missão da empresa e da sua contribuição para a sociedade:

– Conhecendo o propósito e o rumo para o qual a companhia se dirige, que una todas as pessoas da organização.

– Valorizando não apenas o papel das empresas de gerar um benefício econômico, mas também seu impacto social. Assim como o valor das pessoas através dos objetivos de desenvolvimento sustentável, sendo um meio para que as pessoas tenham esse impacto.

– Criando espaços e movimentos sociais, transversais e multidisciplinares.

– Fomentando uma consciência global para melhorar o mundo e deixar um legado aos nossos filhos (capitalismo consciente), uma vez que todos os fatores nos indicam que a mudança se produzirá muito rapidamente e não será reversível).

  • Construir uma cultura baseada em valores que priorizem o bem-estar das pessoas:

– Introduzindo elementos de diversidade que gerem mudanças no sistema: sair dos padrões e incorporar pessoas com experiências diversas das equipes (diversidade cultural e intergeracional).

– Oferecendo espaços de aprendizagem para experimentar coisas novas e refletir.

– Fomentando a cultura do erro no dia a dia. Transformando o erro em aprendizagem como base da transformação.

– Proporcionando um olhar holístico da pessoa e do profissional. Ir além da integração vida-trabalho.

– Pondo foco no valor agregado: na qualidade e não tanto na quantidade; na criatividade e no talento mais do que nas horas de trabalho.

– Oferecendo um marco de referência de como os valores se criam, se vivem e se implementam na organização. É importante que os valores sejam compartilhados por todas as pessoas que fazem parte da organização, estejam conectados e sejam coerentes com o negócio.

  • Adaptar as estruturas das organizações para que sejam mais flexíveis e possam adaptar-se aos novos modelos de colaboração laboral (freelances ou trabalho por projetos):

– Fomentando a flexibilidade, começando com os próprios trabalhadores e seguindo com o fato de poder trabalhar com terceiros (ecossistema de colaboradores). Trabalhando por projetos e criando organismos que trabalham com uma autonomia dentro de uma ordem maior.

– Repartindo o poder e reduzindo as hierarquias. Empoderando as equipes na tomada de decisões e estabelecendo bem os papéis individuais e de grupo com um olhar sistêmico, no qual o grupo é mais importante do que o indivíduo, e a empresa do que o grupo. O trabalho em equipe sempre é mais poderoso que a soma de individualidades.

– Evoluindo os trabalhos a supertrabalhos, mediante papéis que combinam o trabalho e as responsabilidades de múltiplas ocupações tradicionais, dispondo de mais de um emprego de menos horas. O tipo de trabalho fará com que não sejamos capazes de trabalhar jornadas de 40 horas (sistema ideado nos anos 20 por Henry Ford).

  • Utilizar a tecnologia como alavanca de mudança:

– Mudando o conceito de escritório, podendo trabalhar de qualquer lugar (flexibilidade de espaço e de tempo).

– Facilitando o acesso às informações da companhia, com uma maior transparência.

– Melhorando a comunicação e interação entre pessoas e o sentimento de pertença à organização.

 

Dados de interesse:


→ As organizações que apostam na diversidade são até 22% mais produtivas que as competidoras que obviam este fator.

ManpowerGroup, (2018). As 5 tendências do Futuro do Emprego.

→ 51% dos trabalhadores afirmam que deixariam seu trabalho por um que permitisse um horário flexível e o trabalho remoto.

Mercer, (2018). Global Talent Trends.

→ Os funcionários comprometidos são até 17% mais produtivos.

Gallup, (2016). The Damage Inflicted by Poor Managers.

 

Testemunhos:


O que temos agora não funciona, a mudança que se está produzindo tem data de validade”

Daniel Furlan – Coordenador de RH da Maternidade de Campinas

 

“Fomentar o erro como parte da cultura e como base da transformação ” 

Cristina Gros – People Business Partner da Lavinia Next

 

“Ao dar autonomia e liberdade, você passa o poder ao trabalhador. Isso é do que se precisa”

Verónica Platas – CEO da The Human Business

 

 

Este artigo faz parte do relatório Talento 4.0 #ElFuturoDelTrabajo, elaborado pela Mornings4 e Nae.

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